Mais forte q a ventania vieste com maresia,Amor s/berco n/fim,foste o mar e o veleiro,muito + q o mundo inteiro,ficaste ancorado em mim. Nem tormentas,n/naufragio,n/os + negros presagios,mudam as costas do mar, so eu conheco os segredos, so eu navego sem medos,nas aguas do teu olhar. Gaivotas de voos rasantes,vao trazendo a cada instante noticias de outras mares, q me importam outras ilhas se eu descobri maravilhas no fundo do meu conves. (ANA VIDAL-ANCORADO EM MIM,canta:Katia Guerreiro)
Ernesto Cardenal
Al perderte yo a ti tú y yo hemos perdido:
yo porque tú eras lo que yo más amaba
y tú porque yo era el que te amaba más.
Pero de nosotros dos tú pierdes más que yo:
porque yo podré amar a otras como te amaba a ti
pero a ti no te amarán como te amaba yo.
hi....verdade!!!
no comments..
"Um dia hei de renascer numa grande cidade de outro sistema planetário, no passado ou no futuro, onde uma única montanha de 5 quilômetros de altitude se recorta no céu azul - com toda a compaixão que sinto dentro de mim, a única coisa que vou precisar é da sabedoria da terra."
Jack KerouacIdade Interior
Pontuação: 5 Pontos
(As observações em parênteses são minhas)
Você já não anda na escola mas seguramente que não se importaria de voltar à vida descontraída desses tempos. Tem uma mente muito jovem e irrequieta (Certíssimo). É espontânea e gosta de desafios. É uma pessoa de arriscar e vai à luta pela concretização dos seus sonhos. Para si, as emoções são para serem vividas ao limite (?????).. É adepta da novidade e do movimento e gosta de se divertir. A sua idade interior é inferior à sua idade real (também acho!!!!)
Fonte: http://saude.sapo.pt/testes/bem-estar-e-emocao/idade-mental.html
A arte de ser avó (ou avô - adicionado por mim, porque o papa adora a Rebeca!!!)
Raquel de Queiroz
Quarenta anos, quarenta e cinco. Você sente, obscuramente, nos seus ossos, que o tempo passou mais depressa do que esperava. Não lhe incomoda envelhecer, é claro. A velhice tem suas alegrias, as sua compensações - todos dizem isso, embora você pessoalmente, ainda não as tenha descoberto - mas acredita.
Todavia, também obscuramente, também sentida nos seus ossos, às vezes lhe dá aquela nostalgia da mocidade.
Não de amores nem de paixão; a doçura da meia-idade não lhe exige essas efervescências. A saudade é de alguma coisa que você tinha e lhe fugiu sutilmente junto com a mocidade. Bracinhos de criança no seu pescoço. Choro de criança. O tumulto da presença infantil ao seu redor. Meu Deus, para onde foram as suas crianças? Naqueles adultos cheios de problemas, que hoje são seus filhos, que têm sogro e sogra, cônjuge, emprego, apartamento e prestações, você não encontra de modo algum as suas crianças perdidas. São homens e mulheres - não são mais aqueles que você recorda.
E então, um belo dia, sem que lhe fosse imposta nenhuma das agonias da gestação ou do parto, o doutor lhe põe nos braços um menino. Completamente grátis - nisso é que está a maravilha. Sem dores, sem choro, aquela criancinha da sua raça, da qual você morria de saudades, símbolo ou penhor da mocidade perdida. Pois aquela criancinha, longe de ser um estranho, é um menino que se lhe é "devolvido". E o espantoso é que todos lhe reconhecem o seu direito sobre ele, ou pelo menos o seu direito de o amar com extravagância; ao contrário, causaria escândalo ou decepção, se você não o acolhesse imediatamente com todo aquele amor que há anos se acumulava, desdenhado, no seu coração.
Sim, tenho a certeza de que a vida nos dá os netos para nos compensar de todas as mutilações trazidas pela velhice. São amores novos, profundos e felizes, que vêm ocupar aquele lugar vazio, nostálgico, deixado pelos arroubos juvenis.
Aliás, desconfio muito de que netos são melhores que namorados, pois que as violências da mocidade produzem mais lágrimas do que enlevos. Se o Doutor Fausto fosse avô, trocaria calmamente dez Margaridas por um neto...
No entanto! Nem tudo são flores no caminho da avó. Há, acima de tudo, o entrave maior, a grande rival: a mãe. Não importa que ela, em si, seja sua filha. Não deixa por isso de ser a mãe do neto. Não importa que ela hipocritamente, ensine a criança a lhe dar beijos e a lhe chamar de "vovozinha" e lhe conte que de noite, às vezes, ele de repente acorda e pergunta por você. São lisonjas, nada mais. No fundo ela é rival mesmo. Rigorosamente, nas suas posições respectivas, a mãe e a avó representam, em relação ao neto, papéis muito semelhantes ao da esposa e da amante nos triângulos conjugais. A mãe tem todas as vantagens da domesticidade e da presença constante. Dorme com ele, dá-lhe banho, veste-o, embala-o de noite. Contra si tem a fadiga da rotina, a obrigação de educar e o ônus de castigar.
Já a avó não tem direitos legais, mas oferece a sedução do romance e do imprevisto. Mora em outra casa. Traz presentes. Faz coisas não programadas. Leva a passear, "não ralha nunca". Deixa lambuzar de pirulito. Não tem a menor pretensão pedagógica. É a confidente das horas de ressentimento, o último recurso dos momentos de opressão, a secreta aliada nas crises de rebeldia. Uma noite passada em sua casa é uma deliciosa fuga à rotina, tem todos os encantos de uma aventura. Lá não há linha divisória entre o proibido e o permitido, antes uma maravilhosa subversão da disciplina. Dormir sem lavar as mãos, recusar a sopa e comer croquetes, tomar café, mexer na louça, fazer trem com as cadeiras na sala, destruir revistas, derramar água no gato, acender e apagar a luz elétrica mil vezes se quiser - e até fingir que está discando o telefone. Riscar a parede com lápis dizendo que foi sem querer - e ser acreditado!
Fazer má-criação aos gritos e em vez de apanhar ir para os braços do avô, e lá escutar os debates sobre os perigos e os erros da educação moderna...
Sabe-se que, no reino dos céus, o cristão defunto desfruta os mais requintados prazeres da alma. Porém não estarão muito acima da alegria de sair de mãos dadas com o seu neto, numa manhã de sol. E olhe que aqui embaixo você ainda tem o direito de sentir orgulho, que aos bem-aventurados será defeso. Meu Deus, o olhar das outras avós com seus filhotes magricelas ou obesos, a morrerem de inveja do seu maravilhoso neto!
E quando você vai embalar o neto e ele, tonto de sono, abre um olho, lhe reconhece, sorri e diz "Vó", seu coração estala de felicidade, como pão ao forno.
E o misterioso entendimento que há entre avó e neto, na hora em que a mãe castiga, e ele olha para você, sabendo que, se você não ousa intervir abertamente, pelo menos lhe dá sua incondicional cumplicidade.
Até as coisas negativas se viram em alegrias quando se intrometem entre avó e neto: o bibelô de estimação que se quebrou porque o menino - involuntariamente! - bateu com a bola nele. Está quebrado e remendado, mas enriquecido com preciosas recordações: os cacos na mãozinha, os olhos arregalados, o beicinho pronto para o choro; e depois o sorriso malandro e aliviado porque "ninguém" se zangou, o culpado foi a bola mesma, não foi, vó? Era um simples boneco que custou caro. Hoje é relíquia: não tem dinheiro que pague.
Sociável, de boa paz, sensível e sempre com uma agenda cheia, este pai é amigo dos filhos e está sempre do lado deles. Mas pode ser difícil conviver com papai Libra se ele anda em um momento de escolhas difíceis. Tudo fica penoso e ele é capaz de ser atacado por crises de fúria e tristeza. Nestes momentos, o libriano prefere a solidão.
Em todo o caso, o pai de Libra gosta de ver a casa cheia de gente. Ele sempre tem, também, uma palavrinha bacana para seus amigos e sabe receber como ninguém. O pai libriano quer ensinar aos filhos sobre o jogo social, ingrediente fundamental para se situar bem na vida.
Justo, ele pode ficar do lado errado na hora da briga, se for por causa dos filhos. E tudo que mais quer é que sua cria seja original. O pai de Libra é capaz de aceitar toda a sorte de excentricidades por parte dos filhos, com uma tranquilidade muito maior do que os outros signos.
Ela é séria demais e tem pouco tempo para brincar com os filhos. É que a mãe capricorniana vive fazendo bicos para cobrir as despesas. Tudo isso para que os pimpolhos estudem na melhor escola da cidade e frequentem os melhores dentista e médico da região.
Mamãe "cabra-peixe" é assim: o que interessa mesmo vale um investimento e, se ela não tem dinheiro para isso, correrá atrás. Sábia o bastante para investir nos talentos reais dos filhos, ela jamais irá financiar seus sonhos sem pé nem cabeça.
Tudo isso é meio chato e previsível, mas olhe para você agora: a maior parte de seus colegas e amigos sofre com as dificuldades de quem habita este Brasil injusto, enquanto que você aprendeu com mamãe a ser muito atento e determinado. Para compensar os altos padrões de expectativa e o convencionalismo da mãe de Capricórnio, você pode frequentar algumas sessões de psicanálise, pois terá dinheiro para isso.

A humanidade está doente. Sofre de um mal que não é incurável, mas que está arraigado. Todos nós sofremos e estamos doentes também. Não fuja. Tente entender: cada vez que rimos de uma piada de gordo, magro, preto, branco, japonês, gays, loiras, etc e todos os rótulos que a humanidade taxa como diferentes, estamos contribuindo para essa grande dano pelo qual o ser humano está passando atualmente: a dor de pensar que se é diferente. A dor de ver todos aqueles que poderiam ser amigos, rindo e caçoando do outro.
Deveríamos reformular todo o processo de convívio. Esse que está aqui não está funcionando conforme o planejado.
Não há pessoas diferentes nos sentimentos e nas emoções. A tristeza de ver a morte desses adolescentes deve nos fazer mudar de vida.
É bastante claro para mim que essa pessoa que cometeu tamanho ato, deva ter sofrido, reprimindo-se e terminando por causar tamanho desatino. Quem sabe se fora tratado normalmente, sem ofensas, risos, nada disso tivesse acontecido.
Ensine/converse com seu filho/a, neto/a, estudante, amigo/a, marido, mulher, que não permita e evite qualquer ofensa, palavra, desconforto a outra pessoa.
Há muitas criticas pelo comportamento do outro. Nós não temos nada a ver com a vida de ninguem, a não ser com a nossa própria vida. Nós não temos o direito de ressaltar alguma coisa que nós pensamos que não condiz com o padrão. Mas, que padrão? O que é certo? O que é errado? Julga-se muito facilmente, sem ter-se o direito de assim o fazer.
Aquele que critica, que joga toda sua ira, despeito, inveja, ou seja lá o que for, sobre o outro, parece que tem um satisfação mórbida ao fazer isso.
Penso que esse tipo de atitude não deveria ser encorajada. Ninguém é dono da verdade e a nossa opinião pode causar um trauma profundo no outro.
Acredito ser obrigação dos pais, escolas, ensinar que não há diferença alguma sobre nada neste mundo. Que somos todos iguais, perante Deus e perante a justiça. Acredito que deveria haver uma campanha mundial, onde se ensinaria/corrigiria-se o comportamento. Deveríamos incentivar a fraternidade, a benevolência, o “fazer ao outro aquilo que gostaria que fizessem a nós”.
É de extrema urgência uma mudança de comportamento. Geral. Ou então, continuaremos a chorar por muito tempo ainda.
Não estou falando que essas crianças que foram mortas riam dos outros, ou coisas parecidas. Muito pelo contrário. Infelizmente, pelo comportamento errado da sociedade, eles foram sacrificados.
Espero que todos tenhamos aprendido a lição. Uma lição muito dolorosa.
Não gostaria de que tantas mães sofressem outra vez.
E que adolescentes percam suas vidas por nada.
Talvez por ser uma pessoa fragil, necessito ver e conviver com coisas e pessoas fortes. As musicas de minha preferencia tambem sao aquelas fortes e vibrantes, que me causam amor a primeira vista. As canções de um modo geral alimentam minhas emoções.
A lingua francesa é vibrante e me apaixona. Se eu pudesse, viverei só para aprender idiomas. E se assim fosse, hoje haveria uma briga dentro de mim entre o Italiano e o Francês.
Vejam que letra linda e que musica marcante. Cantar o amor é uma constante em todas as linguas….
MIRREILE MATHIEU - PARDONNE-MOI CE CAPRICE D'ENFANT
"Diz o mestre:
Devemos cuidar de nosso corpo – ele é o templo do Espírito Santo, e merece nosso respeito e nosso carinho.
Devemos aproveitar ao máximo nosso tempo – é preciso lutar por nossos sonhos, e temos de concentrar nossos esforços neste sentido.
Mas é preciso não esquecer que a vida é composta de pequenos prazeres. Eles foram colocados aqui para nos estimular, ajudar nossa busca, nos dar momentos de repouso enquanto travamos nossas batalhas diárias.
Não existe pecado algum em ser feliz. Não existe nada de errado em – uma vez ou outra – transgredir certas regras de alimentação, de sono, de alegria.
Não se culpe se – de vez em quando – você perde tempo com bobagens. São os pequenos prazeres que nos dão os grandes estímulos."
Meu prazer de hoje foi: receber um telefonema do papa, dizendo que ele ja tinha saido do trabalho (3:30 pm) e que estava vindo para casa. VIVA!
Boa tarde.
Toda minha vida quis fazer isso. Caminhar num dia de frio pela praia. Nao sei muito bem a razão. Sinto a água gelada sob meus pés e é como despertar de um pesadelo.
Não sei muito bem quanto tempo se passou e se realmente vivi tudo ou se foi tudo um sonho. Lembro-me nitidamente dos dias que chorei e que sorri. Das noites em que passei em claro pensando em você e querendo pegar na tua mão. Mas, com medo de te acordar, continuava somente pensando em ti.
No nosso amor intenso e imenso. Nos nossos sonhos e sorrisos. Nas gargalhadas. No seu olhar. E no meu olhar para o teu olhar. Sempre amei teus olhos. São minha luz. Foram minha luz por toda a minha vida. Meu farol, guiando meus passos.
Nao sei se foi um sonho ou se vivemos realmente tudo. So sei que não quero perder a vida que trago em mim, dessa vida que vivemos. Quero te amar ainda e sempre e pensar que nunca vamos partir.
Não ria e também não chore. Existe tanto amor dentro de mim que não posso imaginar não vivê-lo. Te amo a cada dia e a cada noite e procuro teu sorriso no espelho, ainda. Sim, porque eu não sou eu mesma que reflete ali. Sou a imagem que quero fazer de mim para você. Quero te ver feliz e alegre. Não quero que sofras por nada e que não te preocupes com nada. Eu serei sempre aquela que te dará a única coisa que precisamos para sermos felizes: meu amor.
Por isso que tenho medo. Tenho medo que o tempo acabe e que eu não possa te dizer do meu amor. Do meu carinho. Da minha amizade.
Tudo se esquece. As dores. As mágoas. A solidão do tempo em que eu estava só. Por amor. Tudo se esquece.
E caminhar pela praia vazia, nas águas frias de inverno, me faz pensar que foi tudo um sonho e que ainda teremos muito tempo para sermos felizes…